Patrono 2017 - Paulo Flávio Ledur

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Estande do Sebo na 26º Feira foi uma experiência bem sucedida

Dia 1 de maio encerrou-se mais uma Feira do Livro de Caçapava e, de acordo com uma das responsáveis pela organização Lislair Leão,  além do tempo frio e da crise enfrentada pelos brasileiros, a Feira do Livro foi um sucesso em vendas, público, palestras e apresentação de artistas e comunidade escolar.
Neste ano um estande especial foi apresentado ao público. Um Sebo, que disponibilizou livros usados a preço simbólico.

O Projeto Caminho do Sul da América gerenciou este estande com a parceria da Comissão Organizadora da Feira. Uma mobilização da comunidade caçapavana para a comunidade caçapavana elegendo a leitura como foco foi uma experiência muito bem sucedida.

Livros e revistas em grande quantidade e com qualidade foram angariados em duas semanas e comercializados, a favor da Feira. Das 766 unidades recebidas, 469 foram vendidas com custo médio de R$3,50. Os livros restantes foram submetidos a uma triagem e divididos em seis partes. Os livros didáticos foram doados a Coeducar, livros religiosos, romances e revistas foram doados ao Presídio Estadual de Caçapava do Sul, livro de cunho literário e infantis partes foram doadas para o Hospital de Caridade e Casa de Acolhimento Bem me Quer e parte restante para as Oficinas Lúdicas da Casa do Poeta de Caçapava e para a Associação de Catadores Guerreiros da Ecologia.

A organização agradece a contribuição e apoio da comunidade que garantiu o sucesso do empreendimento e informa que as oficinas não param com o fechamento da Feira pois quatro oficinas acontecem na Casa do Poeta de Caçapava: Leitura e Papéis para jovens, Leitura para adultos, Desenho e Aquarela e a Oficina de Desenho para quadrinhos. As oficinas iniciam, às 15h, semanalmente, na Casa do Poeta. 

A 26ª edição da Feira do Livro de Caçapava foi bem sucedida

A 26ª edição da Feira do Livro de Caçapava que ocorreu de 22 de abril até 1° de maio foi um sucesso. 

Ao todo, 1.474 livros foram comercializados, gerando um total de R$ 26.885,90 em vendas, segundo Pedro Vanolim, um dos responsáveis pela organização.

Vanolim disse que ainda não tem exato a contabilidade das editoras para precisar o livro mais vendido, mas destaca o livro "Clube dos Namorados - Histórias que até Deus duvida", do radialista Claremi Teixeira, e que foi editado pela Gazeta, como o mais vendido neste ano.

“Tivemos o Salão lotadíssimo na última noite, no dia 1º de maio, graças ao espetáculo "Uma época, um canto e uma saudade". Posso afirmar que foi o melhor encerramento que já realizamos na Feira do Livro nestes últimos anos”, falou Vanolim.

Estudantes que lotaram o salão nas atividades; palestra de "Definição de carreiras para adolescentes", Luiz Coronel contando causos acompanhado do músico Sérgio Rojas; palestra de Dermeval Saviani; apresentação da peça teatral "Romeu e Julieta" e exibição do filme “Senhores da Guerra”, com as presenças de José Antonio Severo, do cineasta Tabajara Ruas e de Alcy Cheuiche, foram destaques desta edição da Feira. 

“O resultado foi positivo e vamos investir em melhorias no Salão Paroquial (que é de uso da população em geral) e também na manutenção da nossa Igreja Matriz”, completou Vanolim.
Substituto de balaio, sebo mostrou que veio para ficar

O sebo, que substituiu os antigos balaios nesta edição da feira, coordenado pelo Blog Caminho do Sul da América, teve uma boa aceitação no evento.
Segundo Lislair Marques, das 766 unidades recebidas, 469 foram vendidas com custo médio de R$3,50. 

“Os livros restantes foram submetidos a uma triagem e dividas em seis partes. Os didáticos foram doados à Coeducar; religiosos, romances e revistas foram doados ao Presídio Estadual de Caçapava; os de cunho literário e infantis partes foram doadas para o Hospital de Caridade e Casa de Acolhimento Bem me Quer e o restante foi para as Oficinas Lúdicas da Casa do Poeta e Associação de Catadores Guerreiros da Ecologia”, disse.

sábado, 7 de maio de 2016

Encerramento da 26º Feira do Livro

A 26º Feira do Livro, que além da friagem e crise nacional, nos dez dias de atividades, foi bem sucedida em todos os quesitos: público, vendas, palestras, escritores locais e visitantes, teatro e apresentações artísticas, principalmente de jovens caçapavanos e crianças.

A festa literária teve encerramento que encantou e balançou a emoção do auditório cheio com: "Uma época, um canto e uma saudade: Carreteiros da Saudade em família – 50 anos" com a apresentação do pouco da história do Grupo Folclórico Carreteiros da Saudade com a direção de Ipageú Teixeira de Macedo.

Talentos emergentes na Festa Literária

Uma marca registrada da Feira do Livro de Caçapava do Sul é apresentação de crianças e jovens em todas as artes, seja na dança, canto ou música. Evento onde revelam seus talentos e aproveitam a Festa Literária para mostrar sua arte. 
Observem!

Saudação a Ipageú Teixeira de Macedo

Por Zauri Tiaraju Ferreira de Castro
Ipageú Teixeira de Macedo boleou a perna na Província de São Pedro do nosso Rio Grande no serro de Caçapava do Sul, no dia 21 de dezembro de 1945 e invadiu o mundo com a altivez e a estampa ímpar de um xucrismo consentido que pude encontrar tradução e compreensão nos versos simples e cheios de significado de uma obra antológica do cancioneiro gaucho:

“Pode me olhar que a mina estampa é de fronteira
Minha alma xucra evoca meus ancestrais
Velhas tropeadas por estâncias sem porteiras
Estouros rudes e cascos de mil baguais.”

Essa estampa a que me refiro começou a ser construída ainda na tenra idade. Aprendeu a acorelhar as letras lá pelo Rincão dos Três Passos, depois gauderiou por São Sepé, Santa Maria, Caçapava do Sul e Bagé.

Já mais taludo, sempre na senda das suas origens, foi estudar na Escola Técnica de Viamão. Foi lá no convívio do Centro de Tradições Gaúchas – CTG – da escola, sentindo saudades da família, carências amorosas e contatos mais estreitos com colegas de outras querências, reunidos para musicar em prosa e verso, entre um mate e um causo, cultuando e trançando raízes, que iniciou a professar institucionalmente a sua cultura riograndense.

De volta a Caçapava, encontrou esse movimento ainda insipiente, adormecido, visto que a prof Clara Haag que havia fundado um grupo de danças mudara para Porto Alegre.

Encontrou na Escola Estadual Nossa Senhora da Assunção – EENSA – o Professor Mutilo Dias, também remanescente da Eta e o Araré Brum, já tendo participado de um CTG em Cachoeira do Sul.Flor de entusiasmos, fundaram o Grupo Folclórico Carreteiro da Saudades, Chimangos e Camabarás.

Buscaram o apoio do Instituto de Tradições e Folclore para instruir o grupo de danças e organizaram a parte cultural das Semanas Farroupilhas. Havia reverencia juvenil e a participação da comunidade para os concursos de gastronomia, música, poesia, danças (que lindas lembranças). Até julgaram Sepé Tiarajú perante a história com as célebres participações de Nico Fagundes e Alcides Saldanha.

Por essa época de 67/68 Ipageú esteve na vanguarda da construção do galpão do EENSA que nós alcunhamos de o Galpão dos Carreteiros, inclusive com dispêndio financeiro voluntário.

Ipageú cantava, dançava, declamava e apresentava o programa Carreteando pelos Pagos pela Rádio Caçapava nos sábados à tarde. Sempre muito preocupado e irrequieto e responsável, foi Diretor Municipal de Cultura e Turismo na administração do Prefeito Ciro Carlos de Melo.

Conheci o Ipageú de bombacha arremangada a meia canela, de alpargatas, de boina, amadrinhado e depois ajojado com a Sandra, seu contra mestre no alambrado da vida, também merecedora desta homenagem que hoje acontece. Pois, nunca vi um deles apartado do outro e seus caminhos se confundem com o tempo. Arrisco a dizer que só mesmo a Sandra seria capaz de complementar as andanças deste guauério arisco e ainda não domado de baixo e que por certo irá morrer de queixo duro e lombo liso.

E finalizando, Excelência, vou bolir seu coração, continuarás gauchão, por certo com prepotência, ficarão tuas vivências, porque é Deus que te concede e é o Rio Grande que pede. Sou seu mensageiro, continuarás por inteiro no intenso ardor que Procede.
E hoje fica marcado como um reconhecimento, para perpetuar esse momento de todos no teu costado. Revivido o teu passado onde fizestes barulho pra apresilhar com orgulho dos que não andam sozinhos, te tapamos de carinho e te abraçamos com júbilo.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Carta de Alcy Cheuiche a Feira do Livro de Caçapava

Fiquei feliz em participar da nossa 26ª Feira do Livro. De tudo que vi, só posso elogiar o trabalho da equipe organizadora e de todos os demais que se dedicam ao cuidado dos estandes, da comunicação e dos espetáculos artísticos. Foi emocionante confirmar que os nossos dois corais, embora tenham sido sempre muito bons, agora estão magníficos. Quanto aos Chimangos, novos bailarinos brotam da pampa a cada primavera.

Não posso também deixar de mencionar, como grandes apoiadores, o comércio, a indústria, os serviços e, principalmente a Prefeitura e a Câmara de Vereadores. Aos vereadores, em caráter particular, renovo minha emoção em ter recebido a Comenda Charrua, já na minha galeria de honra.

Parabéns aos meus ex-alunos de Oficina Literária e à toda Comunidade Cultural. Sem esquecer todos os escritores que deram sua contribuição, em especial o Patrono José Antônio Severo.

Mas, tanto sucesso seria impossível, não fosse a participação do povo de Caçapava, sempre presente nos grandes momentos da cidade.
Agora, vamos continuar apoiando a Festa do Divino Espírito Santo, a mais linda e tradicional de todas.

Afetuoso abraço,

Alcy Cheuiche

Ministro da Defesa, Aldo Rebelo, manda mensagem sobre Feira do Livro de Caçapava

O Coordenador da Feira do Livro de Caçapava, Pedro Vanolin Macedo, recebeu do Ministério da Defesa a seguinte mensagem:

“Venho cumprimentar os organizadores da 26ª Feira do Livro de Caçapava do Sul pela escolha de nosso colaborador no Gabinete do Ministério da Defesa, escritor José Antonio Severo, para Patrono desse evento de grande significação cultural, que se realiza nesta última semana de abril.

Aproveito a oportunidade para apresentar ao povo de Caçapava o reconhecimento deste Ministério - e o meu próprio - pela exuberante folha de serviços prestados pelas sucessivas gerações de caçapavanos à defesa do território de nosso país e o papel relevante que sempre tiveram na história do Brasil.

Caçapava já figura na história da defesa nacional desde 1777, quando se fixou nesta localidade uma posição defensiva dos Dragões do Rio Pardo na então Paragem de Caçapava, um posto avançado no território recém incorporado aos domínios brasileiros.
Desde então, progressivamente fortificado, “Sentinela dos Cerros” é um marco de nossa soberania, constituindo um sítio histórico exuberantemente representado pelo Forte Dom Pedro II, uma das construções militares mais expressivas do Rio Grande do Sul.

Quartel avançado de nossas Forças Armadas, capital da República Rio Grandense nos anos de 1839 e 1840. Seus filhos estiveram presentes em todos os grandes embates da nacionalidade.

Nesta oportunidade quero homenagear um de seus filhos, o Coronel Vasco Antonio da Fontoura Chananeco, comandante do 3º Corpo de Cavalaria da Guarda Nacional de Caçapava, o primeiro grupamento de brasileiros a penetrar da Fortaleza de Humaitá, em 25 de junho de 1868.

Também não posso deixar de prestar minhas homenagens a outro filho dessa terra, um dos maiores estadistas da história de nosso país e fundador da República, o doutor Antonio Augusto Borges de Medeiros, presidente do Rio Grande do Sul, cinco mandatos e chefe civil da Revolução de 1932 nesse estado.

Recebam meus respeitos os escritores, os leitores e a população de Caçapava do Sul, um dos primeiros baluartes da defesa do Brasil e hoje um dos principais centros de produção econômica e cultural da região da Campanha do Rio Grande do Sul, que se reúnem nessa festa de paz e civilização.

Cordiais saudações”.

Assinado: Aldo Rebelo, Ministro de Estado da Defesa

Feira do Livro começa em Caçapava com discursos calorosos de literatura

A 26ª Feira do Livro de Caçapava do Sul, dedicada a Simões Lopes Neto por ocasião do biênio simoniano, começou ontem (22), às 19 horas, no Salão Paroquial. A abertura teve o tradicional toque da sineta e a transmissão do cargo de patrono, de Juremir Machado da Silva (que não pode comparecer) para José Antônio Severo.

Além do patrono, autor do livro “Senhores da Guerra”, o cineasta Tabajara Ruas, diretor do filme que leva o nome do livro do escritor caçapavano também marcou presença.

Alcy Cheuiche, o prefeito Otomar Vivian, Renata Vivian (representante da Unipampa), Antonio Carlos Leite (presidente do Instituto Simões Lopes Neto) , Pe. Rudinei Lasch e o casal de festeiros da Festa do Divino compuseram a mesa principal.

O Coral Municipal Caçapavano entoou o Hino Nacional, o Hino de Caçapava e o Hino do Rio Grande do Sul, e após a abertura oficial, eles cantaram músicas nacional e internacional.

“Minha passagem por Caçapava foi rápida e feliz pela recepção calorosa. Me lembro do almoço na Chácara do Forte, ambiente bucólico e comida campeira e do carinho que recebi como patrono da feira no ano de 2015”, disse Juremir Machado por vídeo exibido no telão.

Severo disse que é uma honra ter sido eleito patrono neste ano: “é fantástico ser patrono da feira e estar aqui em família”. Ele falou também que muitos de seus livros, como Senhores da Guerra, são retratados com personagens gaúchos, guerreiros e caçapavanos.

“Quero saudar Simões Lopes, que tinha a musicalidade da palavra. Ele apresentou à Língua Portuguesa o linguajar gauchesco”, frisou Alcy Cheuiche que fez uma análise da Obra Simoniana.

Antonio Carlos Leite fez uma panorama do Instituto SLN, fundado em 9 de março de 2006 e que funciona em Pelotas.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Alcy Cheuiche recebe homenagens na Feira do Livro

atualizado em 03/05/2016 09:31

A Câmara de Vereadores de Caçapava do Sul realizou uma Sessão Solene, dentro da programação da 26ª Feira do Livro, para a concessão da Comenda Charrua ao Escritor Alcy Cheuiche, na noite de sexta-feira, dia 29 de abril.
O vereador Peter Linhares falou em nome do Poder Legislativo, fazendo um breve resumo sobre os 14 anos da Oficina de Criação Literária Alcy Cheuiche, que neste período, já publicou 39 livros, sendo 11 deles, de autores Caçapavanos. Peter lembrou do livro “Os Charruas” dos alunos da oficina de Bagé, lançado em 2005, que conta a saga dos índios Charruas que povoaram nossa região.

Alcy Cheuiche recebeu um troféu das mãos do presidente do legislativo, vereador Caio Casanova e do prefeito Otomar Vivian, logo após, foi descerrada a fotografia que ficará em exposição na galeria dos comendadores no plenário da Câmara de Vereadores.

Cheuiche agradeceu a homenagem e falou que a comenda Charrua dada pela Câmara de Caçapava do Sul está diretamente ligada com a história, pois os Índios Charruas foram os primeiros habitantes desta região. Esta história foi contada no livro de seus alunos da Oficina de Criação Literária de Bagé, em 2005. “Trata-se de uma obra rara porque, no brasil, pouco se escreveu sobre esses índios, que foram os primeiros cavaleiros do nosso pampa e nunca se submeteram ao invasor Europeu”, Disse também que está muito feliz pelos 14 anos de oficina literária, que iniciou em Caçapava do Sul, “Hoje ficou contente ver meus alunos alçando voo, lançando seus livros. A Oficina e a feira do livro são muito importantes para o desenvolvimento da literatura e da nossa cultura”.

Estavam presentes na sessão os vereadores Caio Casanova, Serafim Almeida, Pedro Gaspar, Teresinha Grazzioli, Jussarete Vargas, Ricardo Rosso, Peter Linhares e José Sidnei Menezes - Pirola.

Na sequencia o escritor foi homenageado também pela Feira do Livro pelos 14 anos da Oficina de Criação Literária, onde o ex-aluno e escritor Luiz Hugo Burin fez uma saudação em nome dos colegas e da feira. Foram homenageados também os seis primeiros alunos da oficina, que publicaram o livro “Estórias e Lendas de Caçapava do Sul”, Eneida Cidade, Luiz Hugo Burin, Lucas Zamberlan, Carlos Cassel, Cristina Oliveira e Remaldo Cassol.

Após sua palestra onde o escritor contou a trajetória da Oficina de Criação Literária, que teve sua primeira turma formada em 2002, desde as tratativas com o escritor Luiz Antônio Assis Brasil, para adaptar o modelo de oficina para seus padrões, até os últimos livros que estão sendo escritos pelos alunos de Porto Alegre. Alcy agradeceu o apoio do ex-Secretário de Turismo Indústria e Comércio da época, Roberto Zamberlan, que foi um dos principais apoiadores de seu projeto, bem como a todos que compartilharam da ideia de reformular a Feira do Livro de Caçapava do Sul.

No final os alunos que estavam presentes na feira fizeram a entrega de um troféu para o escritor Alcy Cheuiche.


Logo após, os foram autografados os livros “Água: elemento essencial da vida”, “Nos Caminhos da Imprensa Brasileira e Rio-grandense”, dos alunos da oficia de Criação Literária de Porto Alegre e o livro “Tudo em Movimento” da Oficina ministrada pela escritora e Psicóloga Ariane Severo.

Estande do Sebo na 26º Feira: uma experiência bem sucedida


O Projeto Caminho do Sul da América gerenciou o Estande da 26º Feira do Livro, com a parceria com a Comissão Organizadora da Feira. Uma mobilização da comunidade caçapavava para a comunidade caçapavana elegendo a leitura como foco foi uma experiência muito bem sucedida.

Livros e revistas em grande quantidade e com qualidade foram angariados em duas semanas e comercializados, a favor da Feira. Das 766 unidades recebidas, 469 foram vendidas com custo médio de R$3,50. Os livros restantes foram submetidos a uma triagem e dividas em seis partes. Os livros didáticos foram doados a Coeducar, livros religiosos, romances e revistas foram doados ao Presídio Estadual de Caçapava do Sul, livro de cunho literário e infantis partes foram doadas para o Hospital de Caridade e Casa de Acolhimento Bem me Quer e parte restantes para as Oficinas Lúdicas da Casa do Poeta de Caçapava e para a Associação de Catadores Guerreiros da Ecologia.

Agradecemos a contribuição e apoio da comunidade que garantiu ao sucesso do empreendimento.

Informamos também que quatro oficinas acontecem na Casa do Poeta de Caçapava: Leitura e Papéis para jovens, Leitura para adultos, Desenho e Aquarela e a Oficina de Desenho para quadrinhos. As oficinas iniciam, às 15h, semanalmente, na Casa do Poeta. Participem!

domingo, 1 de maio de 2016

Escritores Caçapavanos

Magnífica produção literária local e regional marcou o sábado(30/04) na 26º Feira do Livro. Homenageados pela Profª  Rosane Miolo dos Santos os escritores e poetas aqueceram a noite, com muita emoção.

Eis as obras, seguido de seus criadores: "Amansador de Palavras", de Gujo Teixeira; "Clube dos Namorados - Histórias que até Deus duvida", de Claremi Teixeira; "Divórcio, Finanças & Filhos", de Renata Miranda; "Gotejos do Pensamento", Ivan Pessoa Moreira; "Não há idade para ser feliz", de Alfredo Laureano de Brum Sobrinho; "O Pescador", de Felícia Teresinha Soares Lopes; "Os Chás e a Fé", de Severino Rudes Moreira; "Os dois lados do espelho. Relato de uma experiência em psicanálise   vincular", de Ariane Severo e "Saindo do Status Quo - Os 5 passos Iniciais para criar a vida dos seus sonhos", de Thais Danzmann Chaves

Gujo Teixeira

Lançou, na 26º Feira do Livro de Caçapava do Sul no sábado de 30 de abril, o livro "Amansador de Palavras” e na ocasião foi homenageado pela Profª  Rosane Miolo dos Santos com as palavras:

“Médico-veterinário, poeta e compositor, reside em Lavras do Sul, onde trabalha na produção pecuária e exerce a profissão na propriedade rural de sua família. Participa como poeta em eventos musicais nativistas do estado, há 25 anos, premiações na Califórnia da Canção Nativa, Musicanto Sul-Americano de Nativismo, Reponte da Canção, Estância da Canção, Tertúlia Musical Nativista, entre outros. Possui mais de 400 composições gravadas em discos, tanto de festivais, como de artistas, grupos musicais e em coletâneas. Já lançou nove CDs e cinco livros de versos.

Transitei primeiramente pela poesia de Gujo Teixeira, que despertou em mim emoções múltiplas. “E assim me fiz verseador, amansador de palavras/ e nestes campos de Lavras, são nestes pingos que ando/ fui aprendendo e ensinando, que a palavra verdadeira/ mesmo que for carboteira, com o tempo vai se amansando.” “Tenho amigos que o tempo/ por sempre indelével, jamais separou./ E ao mesmo tempo revejo/ as marcas de ausência, que ele me deixou.” Apresento-lhes, pois, AMANSADOR DE PALAVRAS, 120 versos escolhidos e dois CDs, com ilustrações de Clarlito Bicca.”

Claremi Teixeira

Lançou, na 26º Feira do Livro de Caçapava do Sul no sábado de 30 de abril, o livro "Clube dos Namorados - Histórias que até Deus duvida” e na ocasião foi homenageado pela Profª  Rosane Miolo dos Santos com as palavras:

“Caçapavano, sua paixão por rádio vem desde a adolescência, quando construiu sua primeira rádio embaixo de uma árvore. Ingressou na Rádio Caçapava em 1991, como discotecário e operador de som. “ Ponto de Encontro” foi seu primeiro programa, apresentado aos sábados. Mais tarde, passou a apresentar um programa diário, o “Show da Tarde”. Criador do personagem Zé do Bafo, em parceria com o ator Alex Freitas, fez sucesso no programa “Alma Campeira”, aos domingos pela manhã. Há 16 anos, apresenta o “Clube dos Namorados”, na quinta –feira a tarde; programa esse, que já aproximou dezenas de casais, e rende hilárias histórias de amores e seus conflitos.

Descobri um programa de rádio que funciona como o divã dos ouvintes. Ali histórias picantes, incríveis, inacreditáveis, hilárias, fizeram-me realmente dar boas risadas, conforme prometia o autor no prefácio. Os pseudônimos femininos, por si só, já despertam grande curiosidade: Caturrita Triste, Caçapavana Azarada, Maçã Podre, Morena Pescadora, Menina Veneno, entre outros. E mais curioso é que somente dois corajosos moços animaram-se a buscar conselhos para os seus conflitos: O Libriano Enganado e o Zé Berruga. Visitem, ou melhor, leiam o "Clube dos Namorados - Histórias que até Deus duvida”.”

Renata Miranda

 Lançou, na 26º Feira do Livro de Caçapava do Sul no sábado de 30 de abril, o livro "Divórcio, Finanças & Filhos” e na ocasião foi homenageado pela Profª  Rosane Miolo dos Santos com as palavras:


“Natural de Caçapava do Sul. É coach, consultora, escritora e palestrante. Graduada em Administração de Empresas com MBA em Gestão de Pessoas;  Administradora e Gestora de Recursos Humanos da Unipampa, Campus Caçapava do Sul, Coach Pessoal e Profissional pela Sociedade Gaucha de Coaching e Coach Financeiro pelo Instituto Coaching Financeiro Roberto Navarro. Sócia-fundadora da Transformare Coaching e sócia da RENOVE – Coaching e Consultora Empresarial.

Renata Miranda é mãe do Guilherme e da Marina, e descobriu o amor verdadeiro junto ao marido Mauricio. Tem paixão pelo que faze é multitarefa. Diríamos mais, multimídia, sem deixar de lado o equilíbrio entre carreira e família. Sua vida cômica a fez excrever, em 2015, o livro de contos “Diário de uma mãe em surto”, lançado aqui neste espaço.

A nova produção textual de Renata Miranda, já na capa, a foto da autora remeteu-me logo à obra de 015, “Diário de uma Mãe em Surto”. Mas ao abrir o livro, e ler a apresentação, entendi q proposta, sintetizada do pensamento de Cecília Meireles: “A vida só é possível reinventada”. E isso é o que Renata Miranda fez ao reinventar-se como coach e escritora. O livro que nos traz, hoje, auxilia e favorece o autoconhecimento nas relações familiares e profissionais. Recomendo, então, "Divórcio, Finanças & Filhos” – Como definir seu norte e alavancar seu recomeço.”

Ivan Pessoa Moreira

Lançou, na 26º Feira do Livro de Caçapava do Sul no sábado de 30 de abril, o livro “Gotejos do Pensamento” e na ocasião foi homenageado pela Profª  Rosane Miolo dos Santos com as palavras:

“Natural de Caçapava do Sul. Escritor e poeta, coautor de 30 antologias e autor de seis livros individuais. Membro do Instituto da Poesia Internacional e Acadêmico Vitalício da Real Academia de Letras, Diretor Presidente da Casa do Poeta de Caçapava, já foi premiado com várias menções e comendas de cunho nacional e internacional.

O poeta Ivan Pessoa Moreira presenteia seus leitores com “Gotejos do Pensamento”. Abro-o, agora, para, literalmente, gota a gota, saborear os frutos de tão bonitos poemas."

Alfredo Laureano de Brum Sobrinho

Lançou, na 26º Feira do Livro de Caçapava do Sul no sábado de 30 de abril, o livro “Não há idade para ser feliz” e na ocasião foi homenageado pela Profª  Rosane Miolo dos Santos com as palavras:

"Nasceu em Lagoão, hoje distrito de Jari/RS. Passou a juventurde em Vila Branca, município de Santiago/RS. Foi auditor da Caixa Econômica Federal, e atualmente reside no Rancho Amado, região do Durasnal/Caçapava do Sul. Já lançou a autobiografia “Doces Lembranças” (2011) e, em 2013, escreveu o primeiro romance – “O Velho Franklin”.

“A velhice é bonita”, diz Alfredo Laureano de Brum Sobrinho, ao produzir mais uma obra para os leitores. Título sugestivo, “Não há idade para ser feliz”, narra a história de um jovem, nascido e criado na zona rural. A caminhada do personagem Paulo é retratada nas diferentes fases da vida, em meio a dificuldades, alegrias e sofrimentos, até a maturidade, sempre em busca da felicidade, na certeza de que, literalmente, não idade para ser feliz. Bonito livro que merece uma leitura reflexiva mais apurada.”

Felícia Teresinha Soares Lopes

 Lançou, na 26º Feira do Livro de Caçapava do Sul no sábado de 30 de abril, o livro “O Pescador” e na ocasião foi homenageado pela Profª  Rosane Miolo dos Santos com as palavras:


“Caçapavana, jornalista, advogada, participou de mais de cem antologias literárias. Sócio-fundadora da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias, Rio de Janeiro, e sócia correspondente de academias várias de Porto Alegre e Cabo Frio. Foi Patrona da Feira do Livro de Caçapava do Sul, no início de 2014. Reestruturou a Casa do Poeta de Caçapava do Sul, local de encontros e eventos em prol da cultura de sua cidade.

O primeiro poema do livro “O Pescador” que apresento agora, traz no próprio título a marca da autora. “Pescadores – Vivo dia e noite/ embalados nas ondas do mar/ enfrentando a fúria do vento./ somos exímios pescadores/ de peixes e palavras./ Eu ofereço alimento aos humanos/ e o poeta, encanto e magia às almas./ E por fim lhe afirmo:/ o poeta é mesmo um pescador/ de idéias, palavras,/ de metáforas.” Preciso dizer mais? Leiam, sintam, pois “o poema só existe porque existem palavras.””