Patrono 2017 - Paulo Flávio Ledur

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Maestro Nei Beck recebe o Título de Cidadão Caçapavano

Fonte: Caçapavaonline.net

Na noite desta quinta-feira, dia 7, a Câmara de Vereadores de Caçapava realizou uma Sessão Solene de outorga do Título de Cidadão Caçapavano ao Maestro Nei Beck, dentro da programação da Feira do Livro, no Salão Paroquial.

O Presidente do Legislativo, Pedro Gaspar, fez a abertura do evento saudando o homenageado e o Coral Municipal Caçapavano. Falou também sobre a importância cultural da Feira do Livro de Caçapava e do empenho da Comissão Organizadora do evento, em especial ao Pedro Vanolin, pela dedicação constante a este que é um dos maiores eventos culturais do munícipio, e que, apresenta todo ano, muitas atrações, oficinas, palestras, cursos, música e a oportunidade da comunidade ter contato com grandes nomes da literatura.

O Coral Municipal fez a abertura do evento com a execução do hino nacional. Logo após, o prefeito Otomar Vivian, juntamente com o presidente da Câmara, Pedro Gaspar, fizeram a entrega de um diploma de Cidadão Caçapavano ao Maestro Nei Beck. Na sequencia, o vereador proponente da homenagem, Antonio Tolfo (Bingo) entregou o troféu símbolo de Cidadão Caçapavano.

Nei Beck agradeceu a homenagem, e disse que era um momento especial e que muito deste reconhecimento vem do trabalho realizado junto ao Coral Municipal Caçapavano, e aos projetos desenvolvidos em Caçapava desde 1990. Beck falou que “A música é uma linguagem universal, pois não é necessário compreendermos as palavras, não é necessário entender o idioma, porque ela nos fala a nossa alma, e isso transcende a qualquer experiência que podemos ter”. Após seu discurso, O Coral Municipal Caçapavano fez uma apresentação, cantando a música “Agnus Day", em homenagem ao seu maestro, a Câmara de Vereadores e a Feira do Livro de Caçapava, e finalizou a Sessão cantando o hino Rio-Grandense.

Ex-prefeito lança livro sobre reflexões da sua derrota na política

Fonte: Caçapavaonline.net

O ex-prefeito de Caçapava, Zauri Tiaraju de Castro, lançará no sábado, dia 09, na 25ª Feira do Livro, “Perdas e Ganhos”. Segundo o autor, o livro traz uma série de reflexões sobre a primeira derrota de sua vida: a da política.

- Faço um balanço. A minha vida foi cheia de desafios, mas repleta de sucessos ininterruptos até o ponto da derrota política.  Eu acredito que há perdas e ganhos dentro da dinâmica existencial e que cabe a cada um de nós decidir pelo seu próprio protagonismo. Acumulei conhecimentos e vivências que me permitem incorporar o conceito de morrer peleando – disse o ex-prefeito.

A ideia de escrever o livro surgiu em 2013, numa viagem de férias. Durante o descanso, o escritor iniciou a leitura de uma obra de Paulo Coelho e traçou um paralelo com a sua situação.

- Quando perdi as eleições em 2012, estava desorientado, repontando sonhos, procurando rumos naquele momento doloroso que eu estava vivenciando. Em 2008 me tornei o primeiro prefeito identificado com as carências populares da minha gente. Por quatro anos analisei e avaliei erros e acertos cometidos e conclui que havia inovado e realizado bem mais que a média das administrações anteriores. Vi também que o meu esforço não fora reconhecido pelas classes mais elitizadas da população e aqueles que ficaram de fora nos últimos quatro anos magoaram-se com o surgimento uma nova liderança. Fui para o segundo embate e colhi uma derrota esmagadora.  Mas o mais dolorido foi a traição de muitos que estiveram bem próximos de mim durante os quatro anos em que a oposição tripudiou a nossa minoria política na Câmara de Vereadores. Depois disso vivi um período de refúgio em Santa Catarina e decidi que voltaria. Assim como no livro, eu havia encontrado a parceria, não da mulher fujona, mas do meu ideal maior de vida: voltar a servir – conta Zauri Tiaraju.

O livro também traz uma crônica sobre “O Bombeador”, monumento encomendado pelo ex-prefeito em 2012, que gerou polêmica, porque para muitos, o dinheiro deveria ser investido na saúde ou educação. A capa de “Perdas e Ganhos” traz uma imagem da estátua que estátua em Santa Catarina.

Escritor lança seu terceiro livro

Fonte: Gazeta de Caçapava

Não há idade para ser feliz. Esta mensagem motivadora dá o título ao novo livro do escritor Alfredo Laureano de Brum Sobrinho, lançado nesta semana.

Segundo o autor, trata-se de uma história romântica, narra a trajetória de um jovem que teve uma vida de muito sofrimento e decepções, mas que com coragem e apoio dos amigos foi à luta em busca da felicidade.

Alfredo Brum já escreveu um livro de memórias, Doces Lembranças, lançado em 2012, e o romance O Velho Franklin, publicado em 2013.

- As primeiras obras foram doadas para amigos e autoridades. Esta última, mesmo não tendo conseguido lançar na nossa Feira do Livro, já fiz a doação de 60 exemplares para a Apae e o Banco da Amizade. O restante será doado para amigos e aqueles que pedirem. Nenhum será vendido – relata o autor.

Lançamentos em família

Fonte: Gazeta de Caçapava

Esta 25ª Feira do Livro de Caçapava, como em anos anteriores, apresenta sempre fatos curiosos ou inusitados. Como ocorreu entre pai e filho, na segunda-feira (04), quando Pedro Brum e seu filho João Pedro, especialmente convidados, lançaram livros na mostra caçapavana. Na noite reservada para escritores caçapavanos e convidados, Rivadavia Severo e sua filha Ariane ofereceram ao público local as obras “Alpharrabios” e “O suave mistério amoroso”.

O livro do prof. Riva, cujo texto, em grande parte, reproduz artigos e crônicas publicados nas páginas da Gazeta de Caçapava, foi lançado no ano passado, nas feiras de D. Pedrito, em outubro, e em Porto Alegre, no mês seguinte. Por sua vez, a obra de Ariane Severo, uma reflexão sobre o convívio, tranquilo ou conturbado, de casais, foi lançado na Feira do Livro de Porto Alegre do ano passado e mereceu nova sessão de autógrafos, em grande estilo, em março último, na Livraria Saraiva do shopping Moinhos de Vento. As obras podem ser encontradas nos estandes da Biblioteca Pública do Município e na Liga de Combate ao Câncer. 

Homenageadas na 25ª Feira do Livro

Fonte: Gazeta de Caçapava

As professoras-doutoras e escritoras Veneza Mayora Ronsini e Vera Regina Pereira Andrade serão homenageadas neste sábado (09) na 25ª Feira do Livro.

Veneza é professora no Departamento de Ciências da Comunicação e no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria. Também é pesquisadora do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Desenvolvimento) e autora dos livros “Entre a capela e a caixa de abelhas – identidade cultural de gringos e gaúchos” (2004); “Mercadores de sentido: consumo de mídia e identidades juvenis” (2007) e “A crença no mérito e a desigualdade. A recepção da telenovela do horário nobre” (2012).

Em 2014 fez pós-doutorado na Inglaterra e palestrou nas Universidades de Estocolmo e Karlstadt, na Suécia, sobre seu tema de pesquisa mais recente: Consumo de telenovelas e a reprodução das desigualdades de classe e gênero.

Vera é Mestre e Doutora em Direito pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina. É professora titular da Universidade Federal de Santa Catarina, atuando nos níveis de ensino, extensão e pesquisa. Leciona as disciplinas de Criminologia, Políticas Criminais, Sistema de Justiça Penal e Operadores do Direito e Cidadania e Direitos Humanos.

Autora dos livros “Cidadania: do Direito aos Direitos Humanos” (1993); “Sistema penal máximo x cidadania mínima”. Códigos da violência na era da globalização” (2003); “Criminologias e política criminal” (coautoria – 2014). Também escreveu capítulos de temas diversos do Direito em 31 livros,e artigos em revistas e periódicos jurídicos.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Segunda noite da 25º Feira do Livro

Fonte: Provedor Farrapo
Na segunda noite da 25º Feira do Livro de Caçapava do Sul, sábado, dia 02, as principais atrações foram a palestra do jornalista caçapavano, Marcelo Barcelos, e a manifestação do  Patrono Juremir Machado.

A noite iniciou com um show de abertura da cantora caçapavana, Jordana Henriques. Na sequencia o público assistiu com muita atenção a palestra do Jornalista e professor Marcelo Barcelos, abordando o tema “Tribunal 3.0: nós, como juízes, nas redes sociais”.

Segundo Barcelos, o tema retrata a maneira atual como as pessoas se comunicam nas redes sociais, em muitos casos condenando e absolvendo as pessoas, transformando cada cidadão em um comunicador. 

De acordo com o palestrante, antes os veículos de comunicação pautavam a sociedade, mas hoje muitos assuntos surgem da comunicação individual da rede social.

Exemplos foram dados durante a palestra sobre a utilização da mídia social na intensificação do preconceito ou do ódio entre as pessoas ou ideologias políticas, mas também ressaltou a importante da rede para chamar a atenção dos problemas sociais da comunidade. Na mídia social cada pessoa se torna um comunicador.

Após a palestra de Barcelos, a professora Rosane Miolo dos Santos foi a oradora da homenagem ao Patrono da Feira, Juremir Machado da Silva, contando um pouco a sua vida profissional e pessoal, além de abordar a satisfação da comunidade cultural de Caçapava em ter um grande escritor como Patrono.


domingo, 3 de maio de 2015

Patrono da Feira do Livro participa de confraternização


A comissão organizadora da Feira do Livro promoveu uma confraternização na Chácara do Forte no final da manhã de sábado, dia 02. Estiveram presentes o patrono Juremir Machado da Silva e a comunidade cultural caçapavana.

O bate papo foi acompanhado com um almoço. Após, o coordenador do evento, Pedro Vanolin, agradeceu a participação de Juremir e sua esposa na 25ª edição da Feira e fez o convite para a palestra do patrono que acontece durante a noite.

O agradecimento foi seguido por marcante declamação poética do professor Rivadavia Severo e músicas ao som da voz e violão do professor Luiz Hugo Burin e o gaiteiro Vitor Hugo.

Juremir responde

Entre uma música e outra, Juremir Machado respondeu perguntas dos jornalistas. Confira abaixo um pouco mais sobre o Patrono e sua visão sobre a mídia.

Além de seu histórico profissional, qual é sua visão como jornalista de opinião, sobre a imprensa brasileira. Ela segue uma ou várias linhas editoriais?

Juremir - Comecei trabalhando no jornal Zero Hora em 1986. Foi meu primeiro trabalho com carteira assinada. Trabalhei lá até 1995. Atualmente, além de colunista no Correio do Povo, sou professor universitário. Quanto a outra questão, não vejo uma diferença tão acentuada. Cabe ao jornalista desafiar seus limites e ir atrás de algo quando é realmente relevante. Sou uma pessoa realista, posso não acreditar nos valores da instituição, mas tenho que respeitar. Para isso, nada melhor do que ter bom senso.

Com a evolução tecnológica tu acreditas que os jornais podem acabar em um futuro não tão distante?

 Juremir – Jornalistas e jornais vão existir sempre. O que muda é o suporte. Começou com escritas em papiros, depois no papel e agora é digital. A internet é um meio mais barato e mais rápido para difusão de informações. Tudo isso não significa que o jornalismo esteja em crise, mas os jornais impressos. Só sei que tem que estar preocupado mesmo é com o fabricante do papel!

Hoje em dia todos podem produzir e publicar os mais diversos tipos de conteúdos na internet. Você vê isso como algo positivo ou negativo?

Juremir – Acho bom, mas as pessoas precisam ter um cuidado ao interagir, principalmente nas redes sociais. Existem muitas discussões desmedidas. É preciso que haja um amadurecimento e mais responsabilidade antes de se publicar algo.

Tu te consideras dentro do espetáculo da mídia? Por quê?

Juremir – Claro! Não tenho como escapar. Faço jornalismo de opinião e não existe opinião isenta. Existe o que é e o que não é pertinente. Como diria George Orwell, “jornalismo é publicar aquilo que se quer esconder”.

sábado, 2 de maio de 2015

Abertura da 25ª Feira do Livro é dedicada aos 200 anos da Igreja Matriz

 Fonte: Provedor Farrapo
Na noite desta sexta-feira, dia 1º de maio, aconteceu a abertura oficial da 25º Feira do Livro de Caçapava do Sul, nas dependências do Salão Paroquial. O evento iniciou nesta sexta-feira e vai até o próximo domingo, dia 10 de maio.
A feira iniciou com o toque da sineta dos Xerifes do evento, o casal Luiz Hugo e Denise Burim, acompanhados das autoridades que percorreram os estandes.

Na oportunidade, o coordenador do evento, Pedro Vanolim Macedo chamou para compor a mesa o anfitrião da Feira, o Prefeito Otomar Vivian, o Patrono da 25º edição o jornalista e escritor Juremir Machado, o Presidente da Câmara, Pedro Gaspar, o Juiz de Direito da comarca local, Diego Carbone, o Padre Rudinei Lasch, representantes da Unipampa e Urcamp, além de entidades representativas e clubes de serviço.

Na sequencia, ocorreu a transmissão do cargo de Patrono da Feira, onde a escritora Felícia Lopes, Patrona em 2014, transmitiu oficialmente o seu cargo para o Patrono da 25º edição, que é o Jornalista Juremir Machado.

Após, a organização do evento fez uma homenagem aos 200 anos da Igreja Matriz, que completa em agosto de 2015. Um vídeo de aproximadamente 45 min foi exibido com toda a história da Igreja, desde o inicio da sua construção até a sua restauração. Fotos antigas e atuais reviveram os 200 anos do maior símbolo histórico de Caçapava do Sul.

Em sua manifestação,  Juremir Machado falou da satisfação de ser o Patrono desta importante Feira, que já está na sua 25º edição, parabenizando também os organizadores e fazendo referências ao Prefeito Otomar Vivian, que foi o seu primeiro convidado no programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba, que está há seis anos no ar todos os dias. Machado além de escritor e jornalista, também é professor.